#1670 – jogo de futebol na tv

Vou parar e reestruturar esse blog, mudar a header, coisa assim.

 

Semana que vem.

Porque hoje acabou o Horário de Verão, e fiquei pensando: quem não gosta de Horário de Verão? O Sol fica mais tempo, todo mundo feliz… “ah, mas eu acordo cedo, e tá escuro”. Ok, mas vai ter de acordar mesmo assim, não é?

Adoro o Verão. Adoro essa estação com essa sensação de “saia de casa e vá ser feliz”.

Eu estou com muitos projetos e, vendo The Wild Storm, tenho mais ideias.

Aí que é engraçado.

Eu estou lendo a biografia do Walt Disney e, antes, li um livro de segredos e tal, que a Giovana me deu. E não sei se é relacionado, mas tenho estado incrivelmente inspirado nos últimos tempos. Eu geralmente faço os trabalhos de boa e, PIMBA, bate uma inspiração, alguma ideia. Mas, nestes últimos tempos, a inspiração tem sido constante. Trabalho em qualquer coisa com minha mente tendo ideias e as estruturando de uma maneira absurda e tudo faz sentido.

E nunca antes em minha vida eu tive tudo tão claro em minha mente. Tá, já tive momentos, mas não tão duradouros assim.

E isso é ótimo, porque logo mais eu tô capaz de sentar e escrever um livro todo, sabe? Tá assim a coisa. E logo vem o Carnaval, muito tempo tranquilo que vai render bastantão.

Estou animado!

Ótima semana pra você. =)

#1689 – palestra da Full Sail

Caramba. Não posto aqui desde dezembro.

Havia época em que eu postava todo dia. Agora… que relaxo, Vinícius.

Bom… oi, 2017.

Minha Vó morreu. Depois de um ano cuidando dela, sem fim de semana, sem folga, fazendo plantão… o coração dela parou. Não me arrependo. Lutamos pela vida dela, demos amor e esperança e tudo mais.

Fiz aniversário. Agora tenho 33. Ainda na minha jornada, que falei anteriormente.

E é engraçado que estamos em 15 de fevereiro. 46 dias do ano. E tanta coisa já aconteceu, e tanto trabalho já realizado… eu preciso pegar e fazer um calendário de coisas que vão sair e eu JÁ FIZ. Loucura. Até temos uma cachorrinha na casa, veja só.

 

Eu acho que meus próximos posts podiam ser sobre organização. Não sei. Estou com um pensamento tão livre sobre esse blog que tenho vontade de cortar as categorias.

 

Logo mais eu volto. Juro. Coloquei “blogar” na minha lista de tarefas semanal. Olha a que ponto cheguei, já dizia o cobrador dorminhoco.

#1688 – editando vídeo

2016 tá acabando, e que ano maluco foi esse.

Falando de trabalho, comecei o ano fazendo Casa da Praia, teve a pausa forçada da Kombo porque o site caiu e tive de ir atrás de hosting novo, site novo… e agora tá a lindeza do komboconteudo.com. Outra fase.

Além disso, lancei uma loja para minhas artes e meu primeiro romance, A Coluna Social, na Amazon! (mais sobre isso em breve).

Na vida pessoal, percebi um relacionamento abusivo na minha vida, mas principalmente foi o ano de cuidar da minha Vó. Vitorina, que estava bem, decaiu absurdamente. Três foram as vezes que os médicos disseram que ela ia morrer em horas. As coisas não estão fáceis, mas continuamos lutando.

E aí, tanto trabalhando e cuidando da Vó, quando se olha, é dezembro. E o ano rendeu PACAS. O desafio é 2017 render mais.

#1687 – ‘walking after you’, Foo Fighters

Depois falo de Kombo e tudo mais que tá acontecendo, até porque o ano tá acabando. Como eu defini que esse blog será um espaço totalmente pessoal, não para exposição de trabalhos, mas para pensamentos, aqui vai…

Porque o que pensei não dá pra explicar no twitter porque demandaria muitos tuítes. No facebook chamariam de textão de forma depreciativa. O The Mullets Show é um programa meu, mas não para eu ficar filosofando toda vez. Posso até falar disso lá no começo de 2017, quem sabe.

Fato é que decidi começar meu Veleiro Pessoal.

Em 1980, depois de anos trancado em casa, cuidando do Sean e sob mando da Yoko, John Lennon seguiu a sugestão de um amigo e foi velejar. Nessa viagem, ele não sabia nada mas, subitamente, era o único que não estava passando mal no meio do Triângulo das Bermudas. Ao chegar em terra firme, estava mais seguro de si, e a criatividade voltou.

Criou um disco (que virou duplo por pura insistência da esposa), com canções incríveis, ficou mais tranquilo e até voltou a comer hambúrgueres e pizza. Se livrou das amarras da Yoko que, apesar de cuidar bem dele, o restringia demais.

Pra me livrar de alguns relacionamentos abusivos, decidi embarcar no meu Veleiro Pessoal. O que vai acontecer? Não sei.

#1686 – ‘sledgehammer’, Peter Gabriel

Eu gostaria de saber de advogados em que quesitos uma adesão a um projeto de crowdfunding e crowdsourcing é um contrato.

Crowdfunding é quando você doa para ajudar um projeto a acontecer. É episódico. Crowdsourcing é quando você ajuda de forma constante um projeto contínuo.

Aí você basicamente está dando dinheiro para que o projeto aconteça ou continue, e eu pergunto: até onde isso é um contrato? E até onde eu, como cliente, posso colocar uma questão de quebra de contrato?

Tenho pensado isso muito nos últimos tempos, vendo muitas campanhas. Vou começar falando de crowdfunding.

Em primeiro lugar, não entendo apoiar um livro ou game e, subitamente, surge uma empresa por trás. Se eu estou apoiando, é praquilo acontecer, certo? Aí uma editora ou publisher chega e fala “obrigado por ter dado seu dinheiro, e agora vamos pegar essa obra e lançar como nossa sem ter gasto um Real para que ela acontecesse e dane-se você”.

Pôxa, véi.

Acho que isso só perde pra projetos que são anunciados pra um mês e, veja só, ele atrasa. E atrasa. E atrasa. Atrasar acontece, somos submetidos a diversos fatores que fogem de nosso controle, mas as vezes é pura falta de planejamento.

O que faz doer mais quando você vê aquele projeto que você apoiou sendo vendido a outras pessoas antes que você receba. Você, que fez acontecer.

E a pessoa ainda faz piada disso tudo. Na sua frente.

Como se não bastasse a empresa, o atraso, a venda e a piada, ainda existe a questão da mudança. Quando o livro, que teria 200 páginas, passa a ter 150. Ou a cola dele é uma droga. Ou muda de conteúdo. DE CONTEÚDO!

 

DE

 

CONTEÚDO

 

Se eu assinei ali com meu cartão de crédito ou boleto, assinei um contrato?

De crowdfunding, ainda existe quando a pessoa simplesmente diz um “desculpa, não vai ter mais o projeto”, e você tem de brigar pra ter seu dinheiro de volta.

Aliás, em algum dos outros casos que pus aqui, eu posso pedir meu dinheiro de volta por rompimento de contrato? Porque todos os casos que coloquei são verídicos.

Falando de crowdfunding, vejo produtores de conteúdo colocando metas como:

– Se eu ganhar X por mês, vou cumprir a periodicidade;

– Se eu ganhar Y, vou criar outro podcast mensal/semanal/quinzenal (escolha a periodicidade favorita);

– Se eu ganhar Z, vou criar mais um podcast;

 

Aí… O que ganhou X não cumpriu a periodicidade. Era pra ser quinzenal, virou mensal… as vezes bimestral. E tira mês de férias, sem dar qualquer satisfação pro pessoal que dá seu dinheiro pro projeto continuar. Sério. “Ah, esse mês não vai ter”. Isso já no dia 25.

O que ganhou Y criou outro podcast, anunciando-o como mensal e, em sete meses, lançou duas edições, sendo uma claramente um tapa-buracos.

O Z atingiu a meta várias vezes… e esse novo podcast nunca saiu.

Então são produtores que não cumprem qualidade nem periodicidade (isso deveria ser obrigação). Ainda querem criar vários projetos novos e não cumprem nenhum. Já vi uma campanha que prometia que, com 3000 Reais por mês (TRÊS MIL), haveria um REALITY SHOW de pessoas numa casa só jogando videogame.

E ESSA META FOI ATINGIDA!

Então eu deixo a questão pros advogados. Qual a questão jurídica aí?

#1685 – ‘sing’, Travis

Eu quero saber quem criou as Regras de Etiqueta da Internet e, principalmente, da Conectividade Mobile atual.

Sério.

Hoje em dia, se alguém manda mensagem e a outra pessoa não responde, ela já fica nervosa. Se liga e a outra não atende, então… meu Deus!

Mas desde quando isso é assim? Quando a situação ficou intolerante dessa maneira? Quando tínhamos somente linhas fixas, se não podíamos atender, era compreensível, e a outra pessoa tentaria mais tarde. Mas hoje não temos mais a liberdade de simplesmente não atender. Somos julgados e, quando dispensamos uma chamada (por qualquer motivo que seja), nos sentimentos até mesmo culpados.

 

“Poderia ser sério, poderia ser um problema”. Sim. Pensamos assim, e você pode admitir.

Quando isso aconteceu? Principalmente, devo perguntar: quem determinou? Detalhes de etiqueta online como não utilizar frases em maiúsculas porque soam como a pessoa, o interlocutor, dizendo em voz alta, ok. É compreensível. Mas por que não é mais socialmente permitido ter um momento desligado, desplugado, sem qualquer tipo de conexão? Por que hoje sempre devemos ter o celular por perto? Por que “ah, fiquei um tempo sem olhar o celular”, seja qual for o motivo, soa como um pecado para a própria pessoa que o fez?

Faça um teste e coloque-se algumas horas sem olhar o celular pra nada. Faça algo e não leve o aparelho junto. E veja as reações das pessoas em seguida. Eu, quando estou trabalhando no computador, não olho o celular. Portanto, é fácil me mandar mensagem em softwares que possuam versão no computador. Quem tenta me contatar via celular é uma pessoa subitamente tomada de uma frustração que logo vira raiva. Quando vejo, existe uma mensagem de “cadê você?” ali no meio. Sendo que não é porque estou conectado no aplicativo que eu obrigatoriamente na frente da tela.

E aí todos estão na frente da tela, até quando não deveriam, e quem se desliga se sente mal, e em um estado isolacionista. É o isolamento analógico diante do digital.  Mas esta pessoa pode estressar-se menos com algo que é intangível, é digital.

Desplugue-se um pouco. Vamos contrariar essa etiqueta eleita por alguém que nunca pediu votos. Regras foram feitas para serem quebradas, não?

#1684 – trilha sonora de Pan

Quando se fala de trabalhar nas eleições, de ser mesário, a resposta é sempre “oh, que droga, ficar o dia inteiro lá, que merda”.

Nossa, eu discordo. Então deixe-me falar do dia de hoje.

Hoje, Dois de Outubro de 2016, foi o dia do primeiro turno das Eleições Municipais. Pela primeira vez eu sou Presidente da seção.

A explicar: eu comecei como Segundo Secretário (o quinto na linha), depois virei Primeiro Secretário (quarto). Depois de um problema ABSURDO em 2014, virei Primeiro Mesário (segundo). Agora, Presidente.

É uma responsabilidade, claro, e eu busquei ler e reler as instruções e treinamentos todos pra tudo ir bem. E, olha, como foi bem! Mas não é só mérito meu.

Eu poderia dizer que fui um baita líder e guiei todos para o sucesso, mas Márcio, Juliana e Camila foram o diferencial. Três pessoas que não ficam reclamando o tempo todo, encaram o trabalho, curtem estar ali, buscam conhecer uns aos outros. Não houve UM problema! Não houve UMA pessoa tendo uma situação complicada! Terminamos as atas e vias de boletins e tudo mais de forma ordenada, tudo no tempo bom e no tempo certo. Missão cumprida.

Fiquei muito feliz que tudo deu certo no exercício da democracia. É muito bom quando as pessoas com quem trabalho são muito boas.

(A constar que já trabalhei com pessoas incríveis anteriormente… mas já tive o oposto)

#1683 – Por Trás da Máscara #183

Estava vendo um tweet do Marcio Neves e aí levantei-me um pensar interessante.

Como já coloquei aqui: em tempos digitais, penso, logo compartilho.

Canais a cabo e até Netflix já se utilizaram do trabalho feito por legenders, ou subbers, ou legendadores, em suas séries. AXN exibiu recentemente American Crime com legenda feita por legenders. Se sabe disso porque eles geralmente creditam seus trabalhos com legendas.

Essa turma forma grupos (Power Subs, Super Subs) para legendar séries. Olha só o trabalho que eles acabam tendo: eles pegam o arquivo do episódio da série, os captions (compreensões do áudio, entre falas e sons), fazem a legenda em português, “anexam” ao episódio e jogam na net. As vezes, tudo isso em questão de horas quando a série é muito popular… e de graça.

Aí o canal vai e pega, sem nem pensar nesse trabalho todo, afetando essa turma que fez por amor e o tradutor que normalmente é pago.

“Vinícius, mas como resolver? Os legenders usam material pirata!”

Ora, oficialize. Os legenders já estão em grupos (o que ajuda na demanda, entre traduzir, fazer a parte técnica, sincronizar…). Alguns são tradutores oficiais, mas o trabalho dos legenders é de paixão. Eles se organizam em grupos, meio como cooperativas, e disso partes para vender esse trabalho pros canais. Os canais, por sua vez, possuem maior oferta, o que agiliza até a exibição desse material. Sério, não há razão para um atraso de MESES na última temporada de The Good Wife. “Vamos passar dublado!” – Ok, The Walking Dead passa dublado um dia depois. UM DIA.

É tudo questão de pensar que dá pra por trabalho na paixão e paixão no trabalho. E parar de seguir as regras sociais de uma década ou mais atrás, porque o mundo mudou e precisa mudar mais. Precisa de mais relações baseadas no diálogo, no convívio. Uma pessoa do canal vai e conversa com os legenders.

 

Simples.

#1682 – ‘aces high’, Iron Maiden

Bom, aos domingos eu fico cuidando da minha Vó na parte da tarde… aliás, preciso falar um dia sobre tudo que está acontecendo com a minha Vó e, por consequência, a família toda.

Nesse domingo, 4 de setembro, a Globo não tinha futebol por algum motivo, e decidiram exibir DOIS filmes no Temperatura Máxima, sendo Gente Grande e Gente Grande 2.

Eu devo dizer: eu gosto de Gente Grande. É o meu segundo filme que gosto do Adam Sandler. O primeiro é Reine Sobre Mim, mas é um drama, o Sandler nem parece o Sandler…

Gente Grande tem o Sandler com os amigos claramente criando um filme para ter os amigos Kevin James, Rob Schneider, Chris Rock e David Spade. Sandler é um agente em Hollywood enquanto a esposa (Salma Hayek, forçando sotaque até na dublagem) é estilista. Kevin James tá sem emprego, Rob Schneider tem uma esposa mais velha, Chris Rock é maltratado pela esposa e pela sogra e David Spade é imaturo. Eles se encontram depois de muitos anos em sua cidadezinha por conta da morte do treinador de basquete e, nisso, querem reviver as aventuras da juventude e descobrir a verdade em si mesmos. Tem piada de peido e cocô? Tem, infelizmente, mas tem muitos momentos bons. As filhas lindonas do Schneider sendo observadas de longe pelos outros (que tentam disfarçar), ou mesmo Chris Rock invertendo os papeis dentro de casa… eu ri. Eu ri bastante. É uma comédia que não te promete nada de mais, mas trabalha valores que os outros filmes do Sandler não trabalham.

Bem.

Aí a Globo colocou “anos depois”, e começa Gente Grande 2.

Pra começar que o Rob Schneider não está na continuação e DANE-SE. Chris Rock, Adam Sandler e Kevin James vão morar na cidadezinha e DANE-SE. A sogra do Chris Rock mora sozinha, até! E DANE-SE! Pouco tempo se passa, mas os filhos estão todos muito mais velhos, e DANE-SE.

Percebeu como tudo começa errado?

O começo do filme tem um alce no quarto do Adam Sandler, que se assusta e leva urinada de alce na cara. Pouco depois, ele está dirigindo o ônibus escolar (porque o motorista está dopado e porque DANE-SE) e os amigos vão se enfiando em situações como colocar o David Spade em um pneu de caminhão. O “outro negro” do primeiro filme agora só diz uma frase. Sério. Uma frase.

“Pôxa, Vinícius, mas é um filme do Adam Sandler”.

Mas o Adam Sandler sempre tentou colocar uma falsa moral para a família. “Olha, um homem pode ser pai só criando”, coisa assim. Click vira um drama absurdo. E nem vamos falar de Reine Sobre Mim aqui… até porque deve haver um post meu antigo…

Gente Grande 2, entretanto, decepcionou um tantinho. Até pra filme do Adam Sandler.

#1681 – “it’s a long way to the top (if you wanna rock n’ roll)”, AC/DC

“Porra, Vinícius, dois meses sem escrever aqui! O que te fez voltar hoje?”

O dia de hoje, dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock.

Ouvindo esse HINO, tenho de revelar algo a vocês. Hoje em dia, muitas pessoas usam o termo nerd. “Ai, sou nerd, curto Vingadores, Big Bang Theory, Batman é legal”. Só que há algo que todo mundo precisa saber:

NÃO EXISTE NERD DE TUDO.

“Como assim? Tá doido? Claro que existe nerd por aí!”

Sim, mas nenhum nerd é nerd de tudo. O conceito moderno do nerd envolve a pessoa que gosta e sabe e pesquisa muito sobre algo. Ela sente uma certa necessidade intelectual de conhecer mais, de descobrir elementos novos. Estuda, e poderia fazer um livro de 160 páginas em dois dias sobre o assunto por pura empolgação.

Cinema (e suas subdivisões, como comédia muda, ação, novelle vague), quadrinhos (herois, terror…), televisão (novelas, séries, programas de auditório, história em geral)… Uma pessoa pode ser incrivelmente uma nerd literária, e lembrar das três edições diferentes que um livro teve, e querer ler a quarta versão e, de cabeça, conferir se existem diferenças… e pode curtir muito séries, assistir, conhecer atores, anos e tudo mais, mas as séries não trazem aquele arder cerebral que os livros trazem.

A pessoa pode até ter duas áreas mais fortes, mas mais do que isso se torna humanamente impossível. As vezes ela adora cinema e televisão com essa paixão intelectual absurda, e também lê livros e quadrinhos e sabe muita coisa, muita mesmo, a um ponto de acharem que ela é “nerd de tudo”. Mas não é. O coração não se engana.

Há um motivo muito claro para, depois do DN, a Kombo surgir com Alternativando e Fala Série. Minha paixão por séries sempre foi muito pública, de pesquisar e querer ver mais e, assim que sabe daquela série sueca que inspirou a americana, querer parar tudo e ver a sueca…

Mas, porra, eu sou um nerd de música.

De ir na Galeria do Rock e se perder em tantas ideias e opções… a ponto de ter de criar uma regra: só posso comprar algo se estiver em uma missão, como completar uma discografia. De, se alguém pedir uma playlist, sacar de cabeça uma série de músicas com uma ideia de temática e instrumental e tudo mais. De ouvir falar de um rótulo até estapafúrdio (“grungedhelic”, estou olhando para você!), e querer saber mais!

Quando a Mtv Brasil existia, eu adorava Lado B e Mondo Massari, por trazerem o que eu não esperava que trouxessem, e uma vez encontrei o Reverendo Fabio Massari, que carregava cinco revistas importadas.

– Reverendo, como faço para ser que nem você?

– Não queira… Você pode conhecer tudo de música, e nunca está satisfeito!

E isso é verdade! E eu adoro!

 

No Dia Mundial do Rock, um brinde para todos os nerds de música!

For those about to rock… we salute you!

 

 

(Enquanto escrevi este post, também ouvi “Black” do Pearl Jam, “Nearly Lost You” do Screaming Trees e “No One Knows” do Queens of the Stone Age. Quero ver quem saca a conexão.)