#1696 – Comix Zone OST

Estou empolgado.

Quando eu assistia Mtv, claro que curtia muita coisa, mas o que eu realmente admirava era a linha alternativa. Iniciando pelo Lado B, depois curtindo o Clássicos e o Mondo Massari. E essa linha toda era encabeçada pelo Reverendo Fábio Massari, com ajudas de pessoas como Kid Vinil. Mas o Reverendo era o lance.

Em uma época sem internet, e Massari lia revistas importadas de música e buscava conhecer coisas novas. O programa Mondo Massari tinha coisas de vários países, como uma continuação do Lado B.

Junte isso ao programa de rádio Garagem, que tinha um “desafio” entre os três apresentadores de sempre trazer algo novo…

Eu conheci tanto os apresentadores do Garagem como Kid Vinil e Fábio Massari, e pude dizer pra eles o quanto eu era nerd de música. O mais legal foi quando eu disse pro Massari que queria ser que nem ele.

“- Por favor, não faça isso. Seja uma pessoa normal.

– ih… tarde demais.”

Baita pessoas, referências até hoje. E isso me fez criar um projeto novo.

Pois é, mais um. hehehehe

Tarde demais.

#1695 – editando Sob o Capuz

Crowdfunding e crowdsourcing, duas palavras que logo se tornarão palavrões.

Crowdfunding é quando alguém cria um projeto pedindo apoio para que aquele projeto saia do papel. Um gibi, um disco, alguma coisa. Você contribui e, se atingido o ponto calculado, o projeto sai. O gibi é publicado, o disco é gravado e lançado… e quem contribuiu recebe algo. Crowdsourcing é um financiamento contínuo para um projeto contínuo, como publicação de gibis, vídeos ou qualquer coisa do tipo. A contribuição é mensal, por exemplo.

O problema é que, enquanto há projetos como os do Cadu Simões (em funding) e a própria Kombo (em sourcing), existem os ruins.

Crowdsourcing já é complicado porque é algo contínuo, e já vi podcasts não cumprindo o prometido, como “lançaremos dois episódios por mês”.

Mas crowdfunding tem sido pior.

Uma youtuber/compositora chamada Chell conquistou público com suas músicas  e por mostrar seu cotidiano com sua namorada. Legal. Aí lançou campanha de crowdfunding para produzir seu primeiro EP. “Dando um tantinho daí a gente junta um montão e faz vivo esse EP!”, diz a campanha, indicando que, sem as contribuições, o EP não “ganharia vida”. Mas aí ela publica foto em Roma com a namorada e uma fã publica que deixou de comer e até pediu dinheiro emprestado para a avó para contribuir pro EP, e agora se sentia enganada.

A Chell tem direito de viajar? Claro que tem. Mas, considerando que a campanha dava a entender que ela precisava de dinheiro pro EP, não seria melhor reavaliar as prioridades? Para se justificar, Chell disse que fez a campanha de crowdfunding para que os fãs pudessem participar – dando a entender que bancaria o EP de qualquer maneira. Então… pra quê o crowdfunding? Se lançar e anunciar no seu canal, os fãs vão comprar, e o dinheiro de uma contribuição poderia ir para outro projeto.

E nisso eu fico me perguntando se as pessoas estão ENTENDENDO as questões do crowdfunding. Já falei dele aqui e reforço que é um contrato, e deve ser cumprido. Já relatei que um livro que contribuí eu recebi depois de pessoas comprarem – e recebi escárnio quando reclamei. Um gibi que deveria sair em NOVEMBRO ainda não saiu da gráfica. E estamos em Março. Cheguei a conversar com o Catarse para retirar minha contribuição.

Sinto-me lesado e enganado. E entendo a guria que sentiu o mesmo sobre a Chell. E o duro é que projetos sérios são desconsiderados por conta desses.

#1694 – estudando

Estou pensando em mudar a forma como uso as redes sociais. Atualmente, meu facebook tem coisas pessoais e os lançamentos da Kombo. Minhas fotos publicadas ficam uma mistura só.

Nesse lance todo de mais silêncio e quietude, creio que é hora de parar de publicar tudo no meu perfil e só usar a página da Kombo. Só de vez em quando falar algo diretamente.

Menos ruído, talvez.

O que você acha?

#1693 – Por Trás da Máscara #208

Ontem decidi terminar uma arrumação que comecei em janeiro. Em janeiro, foi minha terapia: rearrumei todos os gibis e revistas e livros, separando alguns pra doar. Fiquei uma madrugada até 5 da manhã pra terminar tudo, e foi bom e me fez bem.

Mas faltavam duas gavetas, e as fiz ontem.

Um dia eu falo, aliás, sobre meu sistema de cadernos.

E aí achei anotações de coisas do passado, de projetos que a Kombo nunca fez… mas quase fez. Por exemplo, o Etc.

Quando a Kombo foi criada, não deveria ter uma Trindade Santa… porque eram cinco projetos. Sim, cinco. DN às segundas (notícias), Fala Série às quartas (séries), Alternativando às sextas (música), ok. Mas também ia ter um programa de variedades e um de humor.

O de variedades se chamaria Etc. A cada edição, uma palavra, e aí tudo seria desenvolvido a partir dessa palavra. Hoje em dia eu faria esse programa? Provavelmente não, já que houve uma saturação do formato.

Etc teria apresentação deste que vos fala, Tiago Andrade e Wagner Brito, do Rádio Blá. Sim, oficialmente, apesar de sermos amigos de longa data, foi o único projeto que Wag e eu fizemos juntos.

Gravamos duas edições: uma sobre Lost, claro – era o tema vigente daquela podosfera moleca – com a participação da Isabela Cabral, e um sobre o início do primeiro mandato do Obama com participação do Fabio M. Barreto. Pois é, faz tempo.

A ideia era até que, posteriormente, o Etc iria se fundir com o PodCumê, do Marcelo Salgado. Veja só. O PodCumê não só parou como os arquivos sumiram da internet, e o Etc nunca saiu.

Ainda devo ter as gravações em algum lugar.

Engraçado como são as coisas, analisando com o passar do tempo.

#1691 – ‘ojos asi’, Shakira

Bom, reestruturei o blog como queria.

Seguindo uma linha de vida que estou seguindo, o blog está mais clean, mais suave. Novo header, e ainda aproveitei pra mexer nas categorias e tags (palavras-chave).

Basicamente, não tem mais tags. Pra quê, aliás? Vou indexar tudo pelas categorias, então tags seriam para nomes ou termos, mas não vejo mais necessidade, e já falo mais disso. Na Kombo, as tags são para os nomes dos participantes, porque a Kombo é feita as pessoas que fazem o conteúdo, mas aqui… bom, de pessoa só tem eu.

Sobre as categorias: em primeiro lugar, chega de farra. Por muito tempo eu fiquei usando o blog pra lançar ideias que eu não tinha muita coragem, tipo Eu Ôvo o Avô do Ovo e Os Dossiês de Persimmonia. Não dá. O blog começou pra ser algo pessoal, e já usei de blog de notícias, literário, crítico… chega. Eu preciso de um espaço pra mim, e esse é o meu espaço.

Aqui não é o meu “escritório”. É um local com riachinho, aquele barulhinho de água, e você tira o calçado, passa pelo mensageiro-de-vento, senta no tatame, bebe água gelada…

Por isso, peguei todas essas categorias e joguei na gaveta. Mesmo. A categoria é “Joguei na Gaveta”. Pode ver.

Enquanto isso, toda vez que eu for escrever aqui somente coisas que estou pensando, será “Vento de Pensamento”. Quando a pessoa pensa coisas e compartilha de forma qualquer, há a expressão “jogar pensamento ao vento”. E aqui é o contrário. Tenho andado inspirado, concentrado e consciente, e acredito que uma pessoa pode criar um furacão a partir da força de seus pensamentos. Porém, qual a vantagem de criar um furacão se ele só resulta em destruição? Por que não, então, criar um vento, que refresca as amarguras quentes, traz perto de seus ouvidos os cantares dos pássaros? Daí o nome.

Sim, as coisas estão diferentes comigo. Eu mesmo estranhei de início, mas é tão legal que decidi só curtir.

Quer curtir também? Tire os calçados, entre. E sorria.

#1690 – jogo de futebol na tv

Vou parar e reestruturar esse blog, mudar a header, coisa assim.

 

Semana que vem.

Porque hoje acabou o Horário de Verão, e fiquei pensando: quem não gosta de Horário de Verão? O Sol fica mais tempo, todo mundo feliz… “ah, mas eu acordo cedo, e tá escuro”. Ok, mas vai ter de acordar mesmo assim, não é?

Adoro o Verão. Adoro essa estação com essa sensação de “saia de casa e vá ser feliz”.

Eu estou com muitos projetos e, vendo The Wild Storm, tenho mais ideias.

Aí que é engraçado.

Eu estou lendo a biografia do Walt Disney e, antes, li um livro de segredos e tal, que a Giovana me deu. E não sei se é relacionado, mas tenho estado incrivelmente inspirado nos últimos tempos. Eu geralmente faço os trabalhos de boa e, PIMBA, bate uma inspiração, alguma ideia. Mas, nestes últimos tempos, a inspiração tem sido constante. Trabalho em qualquer coisa com minha mente tendo ideias e as estruturando de uma maneira absurda e tudo faz sentido.

E nunca antes em minha vida eu tive tudo tão claro em minha mente. Tá, já tive momentos, mas não tão duradouros assim.

E isso é ótimo, porque logo mais eu tô capaz de sentar e escrever um livro todo, sabe? Tá assim a coisa. E logo vem o Carnaval, muito tempo tranquilo que vai render bastantão.

Estou animado!

Ótima semana pra você. =)

#1689 – palestra da Full Sail

Caramba. Não posto aqui desde dezembro.

Havia época em que eu postava todo dia. Agora… que relaxo, Vinícius.

Bom… oi, 2017.

Minha Vó morreu. Depois de um ano cuidando dela, sem fim de semana, sem folga, fazendo plantão… o coração dela parou. Não me arrependo. Lutamos pela vida dela, demos amor e esperança e tudo mais.

Fiz aniversário. Agora tenho 33. Ainda na minha jornada, que falei anteriormente.

E é engraçado que estamos em 15 de fevereiro. 46 dias do ano. E tanta coisa já aconteceu, e tanto trabalho já realizado… eu preciso pegar e fazer um calendário de coisas que vão sair e eu JÁ FIZ. Loucura. Até temos uma cachorrinha na casa, veja só.

 

Eu acho que meus próximos posts podiam ser sobre organização. Não sei. Estou com um pensamento tão livre sobre esse blog que tenho vontade de cortar as categorias.

 

Logo mais eu volto. Juro. Coloquei “blogar” na minha lista de tarefas semanal. Olha a que ponto cheguei, já dizia o cobrador dorminhoco.

#1688 – editando vídeo

2016 tá acabando, e que ano maluco foi esse.

Falando de trabalho, comecei o ano fazendo Casa da Praia, teve a pausa forçada da Kombo porque o site caiu e tive de ir atrás de hosting novo, site novo… e agora tá a lindeza do komboconteudo.com. Outra fase.

Além disso, lancei uma loja para minhas artes e meu primeiro romance, A Coluna Social, na Amazon! (mais sobre isso em breve).

Na vida pessoal, percebi um relacionamento abusivo na minha vida, mas principalmente foi o ano de cuidar da minha Vó. Vitorina, que estava bem, decaiu absurdamente. Três foram as vezes que os médicos disseram que ela ia morrer em horas. As coisas não estão fáceis, mas continuamos lutando.

E aí, tanto trabalhando e cuidando da Vó, quando se olha, é dezembro. E o ano rendeu PACAS. O desafio é 2017 render mais.

#1687 – ‘walking after you’, Foo Fighters

Depois falo de Kombo e tudo mais que tá acontecendo, até porque o ano tá acabando. Como eu defini que esse blog será um espaço totalmente pessoal, não para exposição de trabalhos, mas para pensamentos, aqui vai…

Porque o que pensei não dá pra explicar no twitter porque demandaria muitos tuítes. No facebook chamariam de textão de forma depreciativa. O The Mullets Show é um programa meu, mas não para eu ficar filosofando toda vez. Posso até falar disso lá no começo de 2017, quem sabe.

Fato é que decidi começar meu Veleiro Pessoal.

Em 1980, depois de anos trancado em casa, cuidando do Sean e sob mando da Yoko, John Lennon seguiu a sugestão de um amigo e foi velejar. Nessa viagem, ele não sabia nada mas, subitamente, era o único que não estava passando mal no meio do Triângulo das Bermudas. Ao chegar em terra firme, estava mais seguro de si, e a criatividade voltou.

Criou um disco (que virou duplo por pura insistência da esposa), com canções incríveis, ficou mais tranquilo e até voltou a comer hambúrgueres e pizza. Se livrou das amarras da Yoko que, apesar de cuidar bem dele, o restringia demais.

Pra me livrar de alguns relacionamentos abusivos, decidi embarcar no meu Veleiro Pessoal. O que vai acontecer? Não sei.